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WORKSHOP PARA MULHERES – UM MERGULHO EM SI MESMA – Porto Alegre (RS)

Não podemos mudar o passado, mas podemos escolher de que modo vamos olhar para ele. Se você não pode mudar uma situação, mude sua atitude com relação a ela. Aprenda a usar seu poder interior para construir ou revitalizar relacionamentos, trabalho, áreas de interesse, desenvolvimento de habilidades.

 

QUAL A DIFERENÇA DE UMA PESSOA CULTA QUE É INTELIGENTE E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

Andrea Moredo

Existem pessoas que tem QI (Quociente de Inteligência) racional elevado mas não conseguem se destacar na vida,por outro lado existem aqueles que não tem um QI tão alto mas obtém ótimos resultados, isto acontece porque eles têm uma inteligência emocional, ou seja, sabem lidar com as emoções de forma a obter o resultado desejado. Então se uma pessoa tem um QI altíssimo mas não tem QE (Quociente Emocional) ela pode não ser bem sucedida.

Antigamente nos processos de seleção nas organizações analisava-se  apenas o currículo do candidato. Hoje em   dia as empresas estão preocupadas em que o candidato apresente outras competências comportamentais.

De uma forma geral as pessoas têm muito acesso a informação, o que as deixa em condições equivalentes pela disputa de uma oportunidade, porém o que faz a diferença, é por exemplo como um  líder se comporta diante de uma situação de pressão, como aquele colaborador se relaciona com os pares, como ele lida com as dificuldades…

A Inteligência Emocional engloba tudo isso. Ela se apresenta quando você coloca em prática todos os recursos que já tem.

O que é EMOÇÃO?

EMOÇÃO = E energia, MOCÃO movimento, portanto deveria ser uma energia para gerar movimento na nossa vida.

Então sabemos que energia não se dissipa, e quando guardamos essa energia negativa podemos somatizar e assim gerar algumas doenças.

Pare e pense: Onde eu estou colocando as minhas emoções? Estou engolindo-as ou sei lidar com elas?

Nós aprendemos a reprimir as nossas emoções desde pequenos.

Na maioria das vezes somos guiados pelas nossas emoções e não aprendemos a ser o condutor. Somos frutos dos nossos pais e nossos pais dos nossos avós… e muitas vezes carregamos algumas bagagens que são deles, e que nem sempre são o melhor para nós. Existem pessoas que estão com a vida ótima, tudo vai bem, mas lá no fundo ela tem uma tristeza que não sabe da onde vem. Provavelmente essa tristeza é uma dessas bagagens que ela carrega que não é dela.

E como fazer para treinar a inteligência emocional?

Nossos comportamentos são gerados a partir dos nossos sentimentos. Ou seja, nossos pensamentos geram sentimentos e emoções que  por sua vez geram nossos comportamentos. Se eu ouço muitas notícias de crimes, eu começo a pensar nesses assuntos, que vão gerar um sentimento de medo e vou assim me comportar como uma pessoa que tem medo, me trancando em casa, não saindo sozinha, alerta a qualquer barulho… Eu acabei de criar uma conexão neural que vai ficar registrada no meu cérebro para eu saber que decisão tomar na próxima vez que eu ouvir um barulho, por exemplo.

A boa notícia é que, por meio da  Neuroplasticidade, podemos criar novas conexões neurais e fazer uma “reprogramação mental”. O termo Neuroplasticidade, ou plasticidade cerebral, é a capacidade de remapeamento das conexões das nossas células nervosas, o processo que nos ajuda a continuamente aprender. Ela se refere à maneira do nosso cérebro agir e reagir à medida que experimentamos uma mudança em nosso ambiente ou desenvolvemos uma habilidade.

Então uma forma prática de aplicar a Inteligência Emocional e de treinar o seu cérebro  seria controlar os seus pensamentos, no sentido de começar a observar e anotar o que você pensa ao longo do dia, o que você ouve e o que você vê. Porque esses são os canais pelos quais nós absorvemos e filtramos a informação ( visual, auditivo e cinestésico).

Esses processos de filtragem são concordantes com os ensinamentos do Dr. Joe Dispenza, neurofisiologista e autor do livro Theater of the mind: A Preview of a working brain, quando afirma: “Nosso cérebro recebe 400 bilhões de bits de informação por segundo. Entretanto, nossa consciência só percebe 2.000 bits/s desse total”. E é exatamente essa “pequena” quantidade percebida que criará nossa realidade. Isso significa que a maior parte do tempo estamos no piloto automático.

Você vai se surpreender com a quantidade de negatividade que absorvemos sem perceber.

O segundo passo, conseguindo identificar isso, é controlar. Então passo a não assistir mais noticiários de desgraças, me afasto das pessoas extremamente negativas, elimino qualquer pensamento negativo que apareça.

O terceiro passo é substituir por coisas positivas e criar novas redes neurais que te levem aos resultados desejados

Então uma maneira de treinar a inteligência emocional é mudando os seus pensamentos. Nós sabemos que os semelhantes se atraem, portanto quando estamos vibrando no negativo, vamos atrair coisas ruins, quando pensamos no positivo vamos atrair coisas boas. A maioria já teve esse tipo de experiência. Não tem dia que você acorda e logo derruba todo café na roupa e aí você já fica irritado e começa a ter pensamentos ruins, de fato naquele dia parece que dá tudo errado mesmo, isso porque os seus pensamentos que estão vibrando no negativo vão atrair coisas negativas. Então se fizermos ao contrário, já levantar agradecendo o dia de hoje que vai ser maravilhoso e produtivo, a tendência é que você atraia coisas boas para o seu dia.

Mas é interessante que a grande maioria das pessoas não têm consciência disso e vivem dentro de uma rotina de reclamações e ansiedade de coisas que nem sabem se vão acontecer. Saia desse ciclo e busque o melhor em desempenho e qualidade de vida.

Aprenda a montar um currículo

Ter um bom currículo é vital para conseguir o trampo desejado. E isso não diz respeito só da sua trajetória profissional, mas sobre como você pode usar dela para garimpar mais oportunidades.

Saber estruturar um CV é mais uma das peças dessa engrenagem que se tornou a seleção de candidatos liderada por empresas e RHs. Para se destacar é preciso ter em mente três pontos essenciais:

1 – Faça com que o seu currículo participe do processo de seleção;

2 – Prenda a atenção do selecionador para que ele leia o seu currículo por completo;

3 – Desperte o interesse do recrutador para que ele o chame para uma entrevista presencial.

Confira como esquematizar seu CV:

IDENTIFIQUE-SE

Comece com sua identificação. Coloque nome, endereço, idade, nacionalidade, estado civil, telefones e e-mails para contato. Indispensáveis nos dias de hoje, é indicado colocar também suas redes sociais (Facebook, Twitter, LinkedIn…). Porém, paramos por aqui. Nada de colocar números de documentos como RG e CPF, por exemplo. Caso a empresa precise dessas informações, eles pedirão em um contato futuro.

SEM FOTOS, POR FAVOR!

Pode parecer tentador, mas se você não está concorrendo a uma vaga como modelo fotográfico, não existe razão para anexar uma foto ao seu CV. “Quando mal produzida, o retrato pode jogar contra você”, explica Magda de Paula, Coach e Diretora Executiva da Explain Consultoria, em Goiânia (GO). “A imagem gera uma impressão imediata e, em certos casos, ela tende a ser de rejeição”, completa.

MARQUE SEU TERRITÓRIO

Tão importante quanto indicar seu nome é mostrar para o recrutador porque você está enviando seu currículo. Após se identificar, crie um tópico chamado “Objetivo Profissional”. Ali marque exatamente o cargo (ou área) pretendida. “Isso sinaliza a posição hierárquica a que você está se candidatando”.

CHAME A ATENÇÃO

O selecionador tem pouco tempo para analisar os currículos. Por isso, criar um resumo de 2 parágrafos focado nas suas habilidades e conhecimentos pode garantir alguns pontos extras. “Essa atitude mostra que o candidato é um facilitador, alguém direto e objetivo”.

SEJA INFORMATIVO

No campo de experiências e formação acadêmica fuja de inventar a roda. Coloque a data de início e fim de cada atividade, o local onde ela foi realizada e seu cargo no momento. Aqui o importante é entender que menos é mais. “Textos curtos são mais atrativos e seguram a atenção de quem está lendo”.

A dica vale também para seus cursos complementares, idiomas e informática. Nesse caso, o que muda é que torna-se necessário informar seu nível de conhecimento (básico, intermediário ou avançado) para cada um deles. E lembre-se: agrupe as informações por ordem de relevância. Está buscando um cargo na área de programação? Então, comece com seus conhecimentos de software e deixe idiomas para depois, por exemplo.

TRAGA EXPERIÊNCIAS PESSOAIS

Fez uma trip para fora do país, mas foi apenas como turismo? Isso também vale como experiência internacional. Claro que as viagens de intercâmbio possuem um valor maior, contudo, não despreze o rôle com a família ou amigos em terras estrangeiras. Essa bagagem cultural é desejada por muitas empresas multinacionais hoje em dia.

OLHOS BEM ABERTOS NA FORMATAÇÃO E REVISÃO

Erros de português podem matar seu CV. Nesse caso vale a pena ser um pouco caxias. Leia, releia e não deixe passar nenhum deslize. “O currículo é sua carta de apresentação”, diz Magda. Se não se sentir muito confiante, passe o CV para um brother ou parente que você confia para dar uma olhada na gramática.

Na formatação, busque pelas fontes Arial ou Times, elas são padrões e podem ser lidas em qualquer programa de edição de textos. Mais: Escolha um tamanho de fonte e mantenha-se fiel a ele do início ao fim.

SEJA ATUAL

No final do currículo indique quando foi a última vez que você o atualizou. “CVs defasados tendem a ser um gol contra”. E vamos ser realistas, é difícil aguentar a barra de tomar um gol contra no final da partida. Redobre a atenção com a atualização do seu currículo e boas entrevistas.

QUANTOS “NÃO” TENHO QUE OUVIR ATÉ CONSEGUIR UMA VENDA?

O medo da rejeição não é uma particularidade dos vendedores. Muito pelo contrário, é da natureza humana reagir de forma negativa frente à rejeições, sejam no ambiente social, sejam no profissional. O “não” muitas vezes pode representar não apenas uma negação a uma ideia ou a uma tentativa executada, mas também uma negação ao indivíduo por trás do que foi rejeitado.

 

Porém, isso tudo deve ser deixado para trás no momento em que você senta em sua cadeira, pega o telefone e entra em contato com seus clientes. É natural que boa parte deles não aceitem seus produtos e serviços em determinado momento – e que fácil seria se todos estivessem sempre dispostos a comprar de você. O ponto em questão é que você pode tirar muito mais de suas tentativas frustradas do que dos seus sucessos.

 

Não leve para o lado pessoal

O vendedor explica todos os detalhes do produto para um potencial cliente muito interessado. Eles mantêm contato por algumas semanas acertando todos os detalhes. Porém, na hora de fechar a venda, o cliente muda de ideia e decide comprar com a empresa concorrente.

Para alguns pode parecer até que o cliente cometeu um ato de maldade com o vendedor, mas dificilmente será esse o caso. Muitos outros fatores (muito mais relevantes que apenas sacanear o vendedor) podem ter influenciado na decisão final. E o importante para quem está vendendo é agir com racionalidade para identificar em que pontos ele pecou e onde foi que ele perdeu a venda. Culpar quem disse “não” pode ser um caminho mais fácil, mas não trará nenhum resultado.

Eliminar a carga emocional trazida pelas rejeições e conseguir pensar para frente é uma característica essencial para os bons vendedores, que não deixam-se abalar com pequenas coisas. Se essa venda não deu certo, é hora de analisar o pontos positivos e negativos e partir para a próxima!

O único modo de chegar ao “sim” é através de alguns “nãos”

 

Quando você era criança e estava aprendendo a andar de bicicleta, imagino que tenha levado alguns tombos antes de finalmente conseguir sair andando. Mas isso aconteceu porque você foi capaz de evoluir a sua técnica e manter o equilíbrio, e não porque tentou várias vezes seguidas exatamente da mesma maneira, certo? Caso contrário, você estaria até hoje acumulando machucados de tanto cair. Está entendendo onde queremos chegar?

 

Quando utilizamos essa lógica de que o único modo de chegar ao “sim” é através de alguns “nãos”, não trata-se de uma medida quantitativa, e sim qualitativa. Não é depois de 10, nem de 30 e nem de 50 rejeições que você conseguirá dar uma dentro. Não existe um número certo para isso. Tudo dependerá de o quanto você consegue tirar de cada tentativa que não deu certo. Caso o vendedor coloque sempre a culpa em seus clientes, continuará tentando vender da mesma forma e continuará também falhando.

 

Cada “não” recebido é uma chance de você se aprimorar e estar mais perto de conquistar o próximo cliente. E é só a partir desse exercício que você será capaz de evoluir na arte da venda.

 

Insista, mas saiba quando parar

 

Grande parte das pessoas tem tendência a rejeitar as propostas de venda na primeira vez. Muitas vezes, elas não estão nem um pouco interessadas e já estão pré dispostas a negar qualquer que seja a proposta. Nesse ponto muitos vendedores já se dão por vencidos e desistem daquele cliente, porém essa pode ser exatamente a diferença entre aqueles mal sucedidos e bem sucedidos.

 

Se você julga que ainda não mostrou o suficiente e que ainda é capaz de convencer o cliente de que o seu produto pode ser útil para ele, não deixe-se abater pelo primeiro “não”. Tente mostrar o valor de seus produtos de uma outra maneira para assim atingir uma boa venda.

Porém, tão importante quanto saber prosseguir as investidas, é saber a hora de parar de insistir. Você não quer ser visto como aquele vendedor chato que fica entrando em contato com o cliente várias vezes por dia, nas piores horas, certo? É preciso saber a hora de encarar que a venda não será possível e adicionar mais um “não” na sua listinha de experiências.

As rejeições farão parte de sua vida como vendedor. Cabe apenas a você tirar o melhor dela para chegar a vários “sim”!

Workshop Trabalho em Equipe, Transformando Diferenças em Resultados – Conster Engenharia (Matipó – MG)

Diante das perspectivas atuais, nas quais as organizações precisam se destacar para se tornarem competitivas no mercado, faz-se necessário investir no colaborador. Partindo do princípio que este é a alavanca principal que faz mover o empreendimento, não se deve vê-lo como mero coadjuvante, e sim como personagem competidor, principal e indispensável no espetáculo em que o objetivo principal é mostrar aos concorrentes que são capazes não só de  representar, mas criar, inovar, fazer a diferença.

Uma gestão eficaz das mudanças assegura que as pessoas envolvidas no processo de mudança ou aquelas afetadas pelos resultados destas,  se preparem para enfrentar os novos desafios nas áreas em que atuam.

Para tratar qualquer processo de mudança, é necessário administrar vários aspectos técnicos e humanos, de forma integrada, facilitando o processo de aceitação e adoção, minimizando os riscos e consequentemente esforços e custos em todo o processo, causados por desmotivação, rotação de pessoal, custo político interno e o retrocesso a velhas práticas.

 

Motivação – Um fator crítico de sucesso

Mario Mendes Jr
Traçar uma metodologia para tentar entender o ser humano como responsável direto pelas diversas mudanças de cotidiano em uma comunidade é primordial, pois ainda encontramos alguns fatores que os excluem de uma determinada classe, visto que as características próprias que os englobam em um mundo totalmente decisivo e auto-suficiente não são aplicadas, e é por este motivo que elaboro este texto que visa demonstrar formas sociais de melhorar a vida de moradores de comunidade de baixa renda, através da eliminação de problemas correntes por sonhos produtivos no qual possam transformar uma simples comunidade em auto-sustentável, que produzam além de produtos e manufaturas o despertar psicológico e social.
O estimulo de crescimento e motivação é algo que deve ser reforçado, principalmente nos casos crônicos de queda de auto-estima, fator constantemente encontrado em comunidades de baixa renda, pois as ameaças sócio-econômicas geram um enorme déficit das oportunidades de trabalho e quanto mais elevados ficam os índices de desemprego maior é a descrença e desmotivação da população. Há exemplo disto, devido ao grau de vaidade individual, é muito mais complicado tentar motivar um profissional que já esteve inserido em um mercado de trabalho formal, pois em alguns casos já se adquiriu um padrão de vida não compatível com situação atual, mais não entraremos neste conceito, pois é para isto que a indústria da recolocação existe e vende como chave para o crescimento profissional o estímulo para produzirem um sonho, que em muitos casos acaba gerando uma falsa realidade, não que se ter um sonho deixe de ser importante, mais um falso crédito do potencial de realização atrapalha, pois as pessoas acabam exercendo funções na qual não sentem felizes que em decorrência tornam-se prejudiciais para ambos os lados. Se eu fosse seguir com este contexto poderíamos discutir horas sobre dicas de motivação, mais o enfoque principal é: como tornar que um indivíduo nascido e criado em um ambiente repleto de disparidades sociais e num âmbito de total miséria possa antes de tudo acreditar em si e principalmente adquirir gosto pela sua profissão, até porque não possuem uma definida.
Vejo isto como um processo emergente de educação continuada, assim o conceito de desenvolvimento sustentável seria a principal ação social a ser aplicada, pois possui como estratégia promover a harmonia entre os moradores de uma determinada comunidade ao seu meio ambiente, que é o primeiro passo para se aceitarem dentro de uma sociedade de decisão, mesmo que longínquas dos grandes centros urbanos, locais estes, que alguns estudiosos costumam denominar de segregação sócio-espacial, e que eu defino como possíveis potenciais de desenvolvimento regional. Obviamente para que tudo isto se torne algo real, é extremamente necessário o envolvimento de moradores locais com um mínimo de bagagem acadêmica, tais como: alguns políticos; profissionais liberais; religiosos; etc; mais principalmente dos dirigentes de um micro ou pequeno negócio de sucesso, que outrora também estiveram inseridos neste cenário, que com base em seus históricos de sucessos e insucessos poderão orientá-los com maior precisão. Não podemos esquecer que um emprego é um bom começo para um inexperiente, o que não pode ocorrer é a acomodação com o salário ou com os atrativos e a comodidade que o emprego oferece.
Este incentivo ao bolsão de aprendizado regional deveria ser um processo casado a uma reforma do ensino em nosso país, estimulando o empreendedorismo desde o ensino fundamental, pois está mais do que provado que o empreendedorismo também se aprende na escola, uma pessoa com espírito ou treino empreendedor vai encarar o emprego como um treinamento e irá aproveitar melhor o período em que estiver na empresa. Assim o ganho irá muito além do salário, pois estará diante de informações preciosas sobre todo o funcionamento e gestão de uma empresa, e se bem orientado também irá formar uma reserva financeira e começará a planejar o seu futuro negócio.
Poucas pessoas exercem o talento que possuem e muito menos concentram a sua capacidade de empreender na possibilidade de construir um simples sonho em um negócio de sucesso.

 

O desafio do gestor na hora de contratar

Rh.com.br

Na maioria das empresas o contratante recebe dois ou três profissionais por vaga para selecionar um deles que será o próximo integrante da equipe. Muitas vezes, estes profissionais já passaram pela área de RH ou por uma consultoria, que já realizou o recrutamento no mercado e o filtro inicial de acordo com as premissas da organização.

Mas, e agora? Como identificar qual deles se adaptará melhor às atividades, às políticas, à cultura e à equipe que já está formada?

Uma grande parcela dos gestores que realiza a entrevista, infelizmente, nunca recebeu qualquer tipo de preparo anterior. Em virtude disto, os líderes acabam por se basear em experiências pessoas e até mesmo pelo instinto para contratar. Isto muitas vezes funciona, mas, em muitas outras também o resultado fica bem aquém do esperado.

Os motivos pelos quais a entrevista de contratação nem sempre dá certo são inúmeros, mas listaremos alguns mais corriqueiros.

1 – Ouça!

Pode parecer clichê, mas infelizmente é real. Muitas vezes, na ânsia por preencher a vaga, não nos atentamos à resposta do candidato ou, então, só absorvemos o que achamos relevante num primeiro momento. Permita-se estar integralmente com o candidato durante a entrevista, evite atender ao telefone ou se deixar distrair com as mensagens e os e-mails que deve estar recebendo durante o processo. Foco na atividade e atenção a tudo o que ouve.

2 – Dedique um tempo para a entrevista.

Procure agendar o candidato em um horário que você terá certeza que disporá de um tempo razoável para a entrevista. Assim, não terá pressa de concluí-la e poderá explorar todos os pontos que achar relevantes. Normalmente, uma entrevista completa de um profissional administrativo ou executivo com certa experiência, normalmente, dura mais do que uma hora.

3 – Perguntas hipotéticas fornecem respostas hipotéticas.

Questões que envolvem situações que poderiam acontecer só vão lhe trazer respostas do que a pessoa acredita que faria, mas isto não, necessariamente, refletirá em um comportamento real. Portanto, evite “Como você faria”, “Como você resolveria” etc.

Prefira “Conte uma situação que você viveu”. Por exemplo, ao invés de “Como você lidaria com um funcionário desmotivado?”, prefira “Você já teve que lidar com um funcionário desmotivado? Conte-me como foi”.
Com isto, você obterá uma informação mais concreta sobre a experiência passada do candidato, além de ter mais clareza se suas atitudes são compatíveis com a cultura da organização e o perfil da sua equipe.

4 – Não dê a resposta na pergunta.

Sem se dar conta, muitas vezes, o entrevistador pode dar a resposta na própria pergunta. Por exemplo, na pergunta “Você já administrou servidores Linux?”, você está dizendo para o candidato que esta é uma vivência que você espera que ele tenha, e que uma resposta negativa poderá custar-lhe a oportunidade em questão. Então, prefira questões mais amplas e abertas: “Você já administrou servidores em quais sistemas operacionais?”. Desta forma, não fica claro o que você está esperando da resposta dele, o que lhe dará mais segurança no conteúdo que ele lhe trouxer.

5 – O candidato como espelho.

Nesta questão existem duas situações:

  1. O entrevistador pode procurar no candidato traços de comportamento compatíveis com ele próprio, ou seja, se ele é expansivo e comunicativo, pode vir a preferir candidatos extrovertidos, por exemplo. Mas nem sempre isso é sinônimo de sucesso, pois comportamentos diferentes podem ser complementares e tendem a agregar para o todo.

  2. O gestor pode enxergar no entrevistado traços de alguém com quem ele trabalhou e não gostou, transferindo este sentimento negativo para o próprio candidato, o que pode vir a fazer com que ele desqualifique alguém que poderia trazer resultados positivos para a organização sem motivo justificável.

6 – Certifique-se de que sabe tudo do candidato ao encerrar a entrevista.

Antes de terminar a entrevista tenha certeza de que tem todas as informações necessárias para tomar uma decisão. Isto evita que você tenha que reagendar com o candidato e possa otimizar seu tempo e do próprio entrevistado.

E lembre-se que o mundo sempre dá muitas voltas. Se hoje você está entrevistando e decidindo o futuro profissional de alguém, amanhã poderá ser você na mesma situação. Então, o respeito pelo outro como você gostaria que tivessem por você é fundamental.

 

Investir no autoconhecimento é abrir as portas para a evolução pessoal

Rosana Faria de Freitas

Os tempos modernos trouxeram alguns termos para a ordem do dia, como qualidade de vida, sustentabilidade e autoconhecimento. Esta última palavrinha reflete a intenção do homem de buscar, no seu interior, respostas e entendimentos para várias questões de si mesmo e da vida – e, dessa forma, evoluir.

O processo é mais do que válido, na opinião de médicos e terapeutas. “Quem conhece a si mesmo tende a valorizar mais a própria vida e fortalecer sua autoestima. Consequentemente, fica mais confiante e estável emocionalmente”, acredita Juliana Bento, psicóloga da Clínica de Especialidades Integrada, em São Paulo. O crescimento pessoal permite, ainda, que se tenha mais consciência em relação às vivências e, nesse aspecto, a pessoa se frustra menos e se torna pouco vulnerável e sujeita a manipulações.

Mas, atenção: é preciso buscar conhecer não apenas nossas qualidades, para que possamos valorizá-las e desenvolvê-las, como também nossos defeitos. Assim, será possível avaliar o que incomoda e precisa ser alterado ou transformado.

Há quem viva “para fora”, sem perceber o universo que existe dentro de si mesmo. No outro extremo, está o indivíduo que não se furta a procurar se conhecer, mesmo que este processo seja doloroso.

“É essencial encarar limitações, medos, inseguranças. Saber a respeito de si mesmo ajuda a superar dificuldades. E, mais que isso, favorece a tomada de decisões, sejam afetivas, profissionais ou até de questões simples como planejar uma viagem, decidir o que fazer no fim de semana, que livro ler, salienta Cynthia Boscovich, psicóloga clínica e psicanalista.

O mundo de hoje, ela explica, requer que façamos escolhas o tempo todo e muito rapidamente. A própria globalização e a forma como as mudanças ocorrem leva a isso. “Quem não está preparado, sofre com ansiedade, angústia e até depressão.”

Coragem bem-vinda

É fato: se você se conhece, tem maior controle sobre suas ações e emoções. O resultado disso é mais equilíbrio e tranquilidade no cotidiano, o que traz benefícios em todos os sentidos – na vida pessoal e profissional, no convívio em sociedade. Mas investir no autoconhecimento exige disponibilidade para enfrentar tal processo, o que nem sempre é fácil.

“Às vezes, é penoso descobrir suas fraquezas, superar seus medos, desvendar seus defeitos. Aceitar o que é mais íntimo e, propositalmente, está ali esquecido, escondido”, reflete Marcella de Carvalho Almeida, psicologia clínica.

Juliana Bento concorda. “O caminho para a busca interior tem seu início no estudo da experiência humana e na ânsia por conhecimento. Essa ‘pesquisa’, no entanto, deve ser feita sem preconceitos ou limitações. É preciso abrir os olhos para se enxergar, reconhecer o que gosta e não gosta, e o que pretende mudar ou desenvolver em si próprio.” Veja, agora, dicas para chegar lá.

As pessoas não fracassam.. desistem!‏!!

Jorge Salgado

As pessoas não fracassam, desistem no meio do caminho. Param de agir e com isso gera frustração em suas vidas.

Imagina se tudo fosse fácil e você nunca errasse? O erro é fundamental para o seu crescimento. Olha para as pessoas de sucesso…

…a maioria quebrou, teve frustração, dor, dor e mais dor. E sabe o que fez a mudança nestas pessoas? A frustração! Entenda a frustração como aprendizado.

Quem não tem frustração não chega a lado algum.

Se você quebrar, foca na solução e age na direção certa.

A frustração gera energia para que você fique acomodado ou energia para que você mude.

Onde você vai colocar o seu foco? No comodismo ou na mudança?

Quanto mais frustração e mais aprendizado maior é o seu crescimento.

Não tenha medo da frustração, de tropeçar e quebrar… tenha medo é de NÃO APRENDER.

Como ser um Líder de Sucesso

Liderar pessoas é um desafio que exige algumas competências específicas. Afinal, diferentemente do que se espera de um chefe – autoridade, imposição de ordens e centralização do poder – o líder precisa ter uma postura que privilegie não só o resultado, mas também os caminhos para alcançá-lo.

São muitas as diferenças entre chefia e liderança. O chefe, temido pelos funcionários, em geral isenta-se da responsabilidade quando algo não dá certo, colocando a culpa na equipe. Já quando um objetivo é alcançado, toma o mérito para si. Já o líder costuma dividir as responsabilidades, identificando as habilidades e dificuldades do time para encontrar o melhor caminho.

“Liderança se aprende no dia a dia, acertando e, às vezes, errando também. Contudo, além de fazer parte do processo de aprendizado, seus erros lhe permitirão demonstrar sua humanidade e humildade, aproximando-o de sua equipe e consolidando ainda mais a sua liderança”, afirma Marco Fabossi, sócio-diretor fundador da Crescimentum, empresa de treinamentos e consultoria especializada em desenvolvimento de líderes empresariais.

Dar o exemplo, criar uma marca pessoal, valorizar as críticas e formar novos líderes são algumas dicas para liderar com eficiência. Confira a seguir 10 dicas do especialista para se tornar um líder de sucesso.

Lidere pelo exemplo

Deixe que suas atitudes falem mais alto que suas palavras. A história do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” não funciona em liderança. Por isso, em termos de comportamento e atitude, não exija das pessoas aquilo que você mesmo não faz.

Construa o alicerce

Liderança é relacionamento. E sem que haja transparência e confiança, ela fica comprometida, já que normalmente as pessoas não se relacionam bem com aqueles em quem não confiam.

Gerencie coisas, lidere pessoas

Gestão tem a ver com metas, recursos, processos, orçamentos etc. Liderança diz respeito a pessoas. Não tente controlar pessoas como se fossem coisas, mas lidere-as por meio de relacionamentos com base em transparência e confiança.

Seja corajoso

Líderes de sucesso são corajosos e isso não significa ausência de medo, mas aprender a reconhecer seus medos, enfrentar a realidade de cada situação e escolher a melhor maneira de agir para que os objetivos sejam alcançados.

Pratique a humildade

Líderes de sucesso têm coragem e humildade para reconhecer seus erros, fracassos e pontos fracos, fazendo com que os outros se disponham a ajudá-lo. Ao ser capaz de pedir desculpas, o líder transmite a mensagem de que a busca pela ação correta é uma prática natural, comum e constante.

Valorize as críticas

Sempre haverá pessoas que discordam do seu estilo de liderança ou das coisas que você faz. Tente entender os seus pontos de vista, trabalhando no sentido de identificar os elementos positivos, aquilo que pode ajudar a melhorar você e sua liderança.

Realize

O líder é responsável por realizar e não necessariamente executar, já que, para isso existe a equipe. Líderes de sucesso desenvolvem, preparam e empoderam as pessoas para executarem com excelência suas atividades.

Seja um coach

O bom líder cria planos de desenvolvimento, desafia os liderados, exige o melhor, ajusta a rota e dá feedbacks construtivos e constantes, para que, em algum momento, o resultado seja obtido.

Conheça-se

Antes de conhecer e liderar outras pessoas é preciso fazê-lo a si mesmo por meio do autoconhecimento e da autoliderança. Por isso, separe alguns minutos do seu dia para refletir sobre a maneira que tem liderado.

Forme novos líderes

Uma liderança sem reprodução é uma liderança sem propósito e sem futuro e que apenas gera equipes dependentes e fracas, comprometendo o próprio trabalho e a continuidade da organização.