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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL VENDE

A maioria das pessoas veem o vendedor como um cara chato, que irá ocupar seu tempo vendendo coisas desnecessárias. Mas, a verdade é que o vendedor gosta de vender sem antes preparar o cliente para dizer “sim”.

O controle emocional é fundamental e ao mesmo tempo difícil, pois em 90% dos casos onde o cliente se mostra não interessado no produto, o vendedor tende a reduzir preço e/ou foge da reunião.

Habilidades emocionais como controle do temperamento, flexibilidade, persistência, amizade, respeito, amabilidade e empatia são consideradas fundamentais para todos os profissionais. Pessoas com melhor Inteligência emocional e qualidade de relacionamento humano influenciam mais e engajam as pessoas que tem a seu redor.

Todos os profissionais são cobrados por resultados, o que aumenta a probabilidade de pensar e agir racionalmente, dificultando a prática da gestão emocional. Fica claro que aplicando a inteligência emocional e a influência os resultados são mais eficazmente atingidos.

Este curso tem como objetivo fornecer técnicas para aumentar a capacidade de influenciar as pessoas e obter a colaboração em direção aos resultados.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Por anos, a habilidade intelectual e os conhecimentos técnicos eram características que a maioria dos empregadores procurava nos candidatos durante o processo de seleção. A crença comum era a de que como o mundo dos negócios exige racionalidade e pensamento crítico, não havia espaço para emoção ou personalidade. Ainda assim, a crescente literatura em torno do assunto sugere que há uma priorização de profissionais com um alto nível de inteligência emocional. Mas afinal, a inteligência emocional pode ser desenvolvida? Não há dúvida de que sim, é possível desenvolvê-la. E há várias ferramentas para isso – desde as avaliações mais modernas de personalidade, que “medem” o nível de inteligência emocional – ponto de partida que possibilita ao indivíduo conhecer quais componentes da Inteligência Emocional ele ou ela deve desenvolver, até processos muito difundidos no presente como o coaching, por meio do qual, a pessoa busca e pratica formas de comportamento diferentes para se desempenhar melhor em suas interações com subordinados, chefes e pares. Já é muito conhecida aquela máxima que se popularizou a partir de resultados concretos de pesquisas de clima e engajamento de colaboradores – as pessoas não deixam as organizações, elas deixam os chefes. Muito provavelmente, se formos medir o grau de QE dos chefes “afugentadores” de talentos, vamos encontrar “ignorantes emocionais”. Por este motivo nunca é demais ressaltar: se você quer ter uma empresa saudável, não apenas financeiramente, mas também em termos de clima organizacional, está mais do que na hora de pensar em conhecer o nível de inteligência emocional de seus gestores, pois a era dos chefes-primatas que entregavam resultados às custas de gritos e assédio moral definitivamente acabou.

É NECESSÁRIO PENSAR DIFERENTEMENTE PARA MUDAR

Valdir Lopes

Nossas percepções são modeladas em função de nossos modos de pensar, e assim é muito difícil para nós descobrir aquilo que é evidente, simplesmente porque nossas antigas formas de pensar bloqueiam nossa capacidade de ver aquilo que é velho com um novo olhar. E nada é mais persistente do que os “modelos” e lógicas de pensamento. E, no entanto, o comportamento de mudança requer que em primeiro lugar se pense diferentemente para poder agir diferentemente.

Se os modelos de pensamento e as lógicas que nos governam são rígidas, nosso ambiente, por sua vez, não para de evoluir; é por esse motivo que modelos de pensamento e lógicas habituais algum dia tornam-se obsoletos. Longe de condenar nossos modos de pensar tradicionais, proponho seu questionamento e sua integração com outros, visando sua ampliação. Não se trata aqui de pregar novas verdades: o problema dos modos de pensar não é o de serem verdadeiros ou falsos, mas serem eficazes, úteis e produtivos.

Portanto, a questão não é: “O que preciso pensar para mudar?”, mas “Como pensar de modo diferente para favorecer a mudança?”. O pensamento possui milhares de vias para constituir a realidade: quais parecem ser as mais pertinentes e mais econômicas para seguir em direção à mudança e de fato provocá-la? Essa é a interrogação fundamental na condução da mudança e nos processos de coaching. De fato, se determinadas lógicas, provocam inexoravelmente impasses e perpetuam os problemas, outras conduzem mais facilmente à sua resolução.

Atualmente, não basta se adaptar: é preciso aprender a projetar o futuro e preparar-se para ele. É por essa ótica da mudança que converge à prática do coaching. A eficácia depende da capacidade de favorecer as mudanças necessárias nos indivíduos e nos sistemas humanos. Ao antecipar a mudança e ao imaginá-la ao invés de temê-la ou então de constatá-la posteriormente, poderemos nos orientar melhor quanto à direção a ser dada à nossa evolução e assumir o papel de agente.

Numa sociedade em que a evolução é cada vez mais acelerada e mais complexa, a arte da previsão deve dar lugar à da prospecção para responder às novas exigências dos indivíduos. Embora os homens evoluam, suas relações permanecem ainda arcaicas; com demasiada frequência, elas geram bloqueios e mal-estar, e não respondem ao desejo de reconhecimento e de realização, presente em cada ser humano. Esse descompasso entre a evolução do indivíduo e a rigidez de suas relações com os outros implica mudanças nos modos de interação humanos, que exigem o abandono de determinadas premissas e esquemas tradicionais de pensamento.

Na esfera profissional, e também na família ou num casal, a natureza da autoridade mudou de rosto; ela não mais se resume ao fato de comandar ou ditar, mas ao de saber motivar, mobilizar e orquestrar. Essas novas dimensões da autoridade e da participação requerem uma nova percepção do outro, um modo diferente de compor com esse outro que manifestará nossa aptidão mútua para valorizar, utilizar e desenvolver nossos respectivos recursos humanos.

Não basta se adaptar é preciso mudar e evoluir.

WORKSHOP PARA MULHERES – A DANÇA DA VIDA – Núcleo Avançado em Oftalmologia.

A vida nos convida à dança do equilíbrio. Nesta dança, há um convite explícito para a harmonia entre, corpo, mente e coração. A vida tem um ritmo próprio e fácil de ser aprendido. É só observarmos os sinais e ficarmos atentos aos passos e, então tentarmos infinitamente, até adquirirmos leveza e paz. Tanto a leveza quanto à paz nascem da sabedoria aprendida durante a Dança da Vida!
Assim, podemos analisar nossa vida por 5 ângulos diferentes:
O trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito. São os cinco ângulos que definem a Dança da Vida. Muitas vezes, esquecemos que há uma forte ligação entre eles e, ao invés de dançarmos, corremos freneticamente.
É preciso saber que somos únicos e não há como separarmos os ângulos citados acima. Tudo está interligado, se algo não estiver bem, certamente, isso irá refletir-se no todo.
A vida não é uma corrida, mas sim, uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo. Nunca esqueçamos de que a vida pode ser vivida em um único momento. Não basta mais nos contentarmos com o tangível, é preciso abrir espaço para o intangível.
A vida sempre nos convida para dançarmos e aprendermos, assim, aprendemos e dançamos. Afinal o conhecimento é leve, um tesouro fácil de carregar.
Comemoração ao dia internacional da Mulher 2016!!!

LIDERANÇA FOCADA EM RESULTADOS – Núcleo Avançado em Oftalmologia

Em um mercado altamente competitivo, inovador e agressivo, as empresas necessitam de pessoas qualificadas para alcançar resultados cada vez mais audaciosos. Os resultados em aumento de vendas, ganho de produtividade e redução de custos são atingidos quando a empresa investe na preparação de seus líderes.
Liderar sem foco não faz o menor sentido! A liderança corporativa moderna deve estar focada obrigatoriamente em resultados concretos e palpáveis.
O líder é capaz de desenvolver novas competências e atitudes que favoreçam o trabalho colaborativo, transformando-as em equipes de alto desempenho. Alto desempenho significa a capacidade de superar as próprias expectativas, sob comando e controle das situações atuando em cenários complexos e sob pressão. A liderança focada em resultados inspira e instiga seus liderados na superação de suas metas, desenvolvendo a constante capacidade de inovação de ideias.

 

COMO O PERFIL COMPORTAMENTAL TE AJUDAR A REDUZIR CUSTOS?

O mapeamento de perfil  deve ser encarado como um grande aliado dos recrutadores, ajudando-os a promover processos seletivos mais assertivos por meio de uma análise detalhada das habilidades e características de cada candidato. É preciso lembrar-se de que, atualmente, o capital humano é considerado o principal diferencial competitivo para o universo corporativo.

Por isso, a importância de contar com critérios e parâmetros claros, capazes de assegurar uma escolha correta. Somente através de processos de seleção eficientes, é possível formar equipes de alta performance, com profissionais competentes e alinhados à cultura e aos valores da empresa. Além disso, o uso do mapeamento de perfil comportamental pode evitar uma série de custos adicionais, colaborando para uma gestão mais inteligente e enxuta.

Os custos das escolhas erradas na gestão

Muitas pesquisas já comprovaram que boa parte das demissões acontece devido a aspectos relacionados ao comportamento profissional, e não diretamente aos conhecimentos técnicos, know-how e experiências anteriores. Dessa forma, é fundamental contar com um bom mapeamento para evitar custos diretos e indiretos, tais como:

Turn over ou rotatividade

Devido aos altos encargos vinculados a folha de pagamento, o turnover (ou rotatividade) é sempre um problema para as empresas. As demissões causam impactos bastante negativos nas contas corporativas.

Integração e treinamentos

Além das despesas com os pagamentos de indenizações e rescisões contratuais, é preciso lembrar-se também das despesas com a integração e treinamento do colaborador, que jamais serão recuperadas.

Novo processo seletivo

Há ainda outros custos envolvidos, como a realização de um novo processo seletivo, através de recrutadores internos ou da contratação de uma agência.

Sobrecarga das equipes

A vaga em aberto por um período maior do que o previsto pode causar a sobrecarga nas equipes desfalcadas ou o atraso na realização de tarefas importantes.

Impactos na qualidade das entregas e nos prazos

Nesse sentido, existe também a possibilidade de perda de qualidade nas entregas, acúmulo de demandas, queda no rendimento dos demais colaboradores e impactos negativos nos indicadores de satisfação e de clima organizacional.

Presenteísmo

Quando não há um alinhamento entre o perfil do profissional e as exigências da vaga, muitas vezes surge o presenteísmo, ou seja, o colaborador está na empresa, mas não exerce suas funções com empenho e dedicação, e esse comportamento pode causar retrabalhos, desvios e até mesmo acidentes.

Promoções fracassadas

Decisões equivocadas sobre promoções internas, também podem causar muitos prejuízos, como conflitos dentro da equipe, ingerência e descontrole sobre processos e resultados. Antes de promover um profissional para uma posição de gestão, é essencial confirmar o potencial de liderança e assegurar a preparação prévia.

O mapeamento de perfil auxiliando a gestão do capital humano

Através do mapeamento de perfil, é possível avaliar detalhadamente diversos aspectos de cada profissional, como maturidade, segurança, empatia, poder de negociação e persuasão, capacidade de construir relacionamentos, pensamento criativo, empreendedorismo corporativo, preferências, limitações, potencial de liderança, modelo mental e níveis de motivação interna. Essas informações podem ser comparadas ao perfil ideal, desenvolvido para a vaga em aberto, criando, assim, parâmetros de análise e aderência. Com isso, é muito mais fácil assegurar uma escolha alinhada aos anseios, demandas e cultura da empresa, permitindo a formação de equipes de alta performance.

As equipes de alta performance e a competitividade

É preciso salientar que as equipes de alta performance são fundamentais para aos índices de produtividade corporativa e, consequentemente, para a manutenção da competitividade da empresa perante o mercado. Desse modo, os processos de seleção devem contar com recursos verdadeiramente úteis, como os softwares de mapeamento de perfil comportamental para diagnosticar peculiaridades e avaliar os candidatos, de forma a identificar talentos.

Além disso, o mapeamento serve também para trabalhar o crescimento profissional dos colaboradores, propondo planos de treinamento específicos e aprimorando as competências pessoais, além de auxiliar no desenvolvimento de um plano de sucessão corporativo, essencial para uma gestão estratégica e engajada aos objetivos da empresa.

RESILIÊNCIA – A CAPACIDADE DE RENASCER DEPOIS DE UMA ADVERSIDADE

Todas as pessoas, em algum momento de suas vidas, sofreram algum tipo de situação traumática. Alguns traumas são muito fortes (como a morte de um filho, uma doença grave, ou ser vítima de um atentado, por exemplo), mas alguns podem ser mais “simples” e cotidianos (como perder o trabalho, ter problemas econômicos, ou terminar um relacionamento). Esses podem ser alguns dos motivos que colocam uma pessoa para baixo, pensando que sua vida já não tem sentido.

No entanto, cada indivíduo tem a capacidade inerente de enfrentar as adversidades e superá-las, assim como aprender a se adaptar às novas situações que aparecem. Isso é conhecido como resiliência.

Quando dizemos que uma pessoa é resiliente, não quer dizer que ela não tem sentimentos, ou que seja incapaz de sentir mal estar ou dor emocional perante as dificuldades. Significa, na verdade, que depois de um tempo de dor, de incerteza e de insegurança, a pessoa tem a capacidade de juntar forças para aceitar a realidade e continuar com a sua vida.

Isso não é fácil, e não consiste apenas no fato da pessoa ter ou não ter resiliência, e sim em determinadas condutas e formas de pensar, que podem ser aprendidas ou desenvolvidas. O indivíduo pode ser geneticamente mais vulnerável na hora de enfrentar uma situação adversa, mas pode ser resiliente se tiver crescido num ambiente propenso a isso.

As pessoas mais resilientes têm um modo de pensar mais exato, realista e flexível, além de serem menos propensas a tirar conclusões precipitadas ou exagerar. Além disso, compartilham três características principais:

–          Aceitam a realidade como ela é;
–          Acreditam que a vida tem um verdadeiro sentido;
–          Possuem uma enorme capacidade de ficar bem.

Desse modo, da mesma maneira que a fênix ressurge das suas cinzas, os seres humanos são capazes de deixar as tragédias para trás, aprender com elas e sair fortalecidos dos problemas. No entanto, a família, a escola e a sociedade cumprem um papel muito importante na formação de uma pessoa mais, ou menos, resiliente.

Benefícios da resiliência

Ser resiliente ajuda a pessoa a saber identificar as causas de um problema (para que ele não se repita no futuro) e a controlar as emoções e os impulsos frente a situações de crise. Sendo assim, o indivíduo resiliente tem um otimismo realista, com uma percepção positiva de seu futuro e da ideia de que controla sua vida, além de ser dotado da capacidade de saber procurar novos caminhos e oportunidades para alcançar mais satisfação em sua vida.

Além disso, as pessoas resilientes esbanjam boa saúde (não só física, é claro), possuem uma melhor imagem sobre si mesmos, têm uma maior satisfação com suas relações e são menos propensas a sofrer de depressão.